Alameda Institute
An international institute for collective research rooted in contemporary social struggles.
- Atualmente, o poder digital opera em várias camadas — desde os algoritmos que moldam o que se torna visível online até as infraestruturas que sustentam a comunicação, os serviços públicos e a vida cotidiana.
- Em um artigo recente para o The Guardian, Paolo Gerbaudo alerta que o controle na esfera digital funciona cada vez mais por meio da invisibilidade: o que é amplificado, o que é enterrado e o que nunca chega ao público.
- “A menos que recuperemos o controle sobre nossa mídia e nossas redes sociais, em breve poderemos nos ver em uma sociedade dominada por um punhado de fontes de informação e restrições algorítmicas generalizadas — uma censura sob uma nova roupagem.” — Paolo Gerbaudo, The Guardian
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View full threadLeia o artigo completo "Por que a soberania digital importa" e conheça nosso novo projeto, Depois da Ordem: alameda.institute/article/why-... // @paologerbaudo.bsky.social @ceciliarikap.bsky.social
- Digital power today operates across multiple layers — from the algorithms that shape what becomes visible online, to the infrastructures that sustain communication, public services, and everyday life.
- In a recent piece for The Guardian, Paolo Gerbaudo warns that control in the digital sphere increasingly works through invisibility: what is amplified, what is buried, and what never reaches an audience.
- ‘Unless we reclaim control over both our media and social media, we may soon find ourselves in a society dominated by a handful of information sources and pervasive algorithmic throttling – is censorship in a new guise.’ — Paolo Gerbaudo, The Guardian (@theguardian.com)
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View full threadRead the full article Why Digital Sovereignty Matters and get to know our new project, After Order: alameda.institute/article/why-... // @paologerbaudo.bsky.social @ceciliarikap.bsky.social
- A operação venezuelana sinaliza uma mudança na forma como o poder imperial é exercido. À medida que a hegemonia dos EUA se deteriora, a autoridade é afirmada menos por meio do consentimento, das normas ou da mediação, e mais por meio da intimidação direta.
- A soberania, nesse contexto, não se baseia mais no direito internacional, mas na capacidade de coagir, punir e redefinir unilateralmente os termos do compromisso. As decisões são personalizadas, os acordos provisórios e a força se torna rotineira.
- O poder imperial opera, assim, menos como liderança e mais como imposição. A proteção se transforma em ameaça, a lealdade não oferece garantias e a legalidade é tratada como um obstáculo, e não como uma restrição.
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View full threadLeia o artigo completo de Benjamin Fogel @benjaminfogel.bsky.social, publicado originalmente na revista Jacobin @jacobinmagazin.bsky.social, que examina a transformação do poder imperial dos EUA em uma era de declínio. alameda.institute/article/were...
- The Venezuelan operation signals a shift in how imperial power is exercised. As US hegemony erodes, authority is asserted less through consent, norms, or mediation, and more through direct intimidation.
- Sovereignty in this context is no longer grounded in international law, but in the ability to coerce, punish, and unilaterally reset the terms of engagement. Decisions are personalised, agreements provisional, and force becomes routine.
- Imperial power thus operates less as leadership than as enforcement. Protection collapses into threat, loyalty offers no guarantee, and legality is treated as an obstacle rather than a constraint.
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View full threadRead the full article by Benjamin Fogel @benjaminfogel.bsky.social, originally published in Jacobin, which examines the transformation of US imperial power in an era of decline. alameda.institute/article/were...